Tétano: quais são os riscos dessa doença durante a gestação?

    26 de dezembro de 2024

    Tétano: quais são os riscos dessa doença durante a gestação?


    Olá, futura mamãe que já ama e cuida ! A gestação é um período lindo, mas delicado e cheio de cuidados para garantir a sua saúde e do bebê. Dentre as diversas doenças que podem afetar as gestantes, o tétano é uma delas, e é essencial entender esses riscos que ele pode oferecer especialmente para você. Neste post, nossa equipe de especialistas em imunização para gestantes vai explicar o que é o tétano, como ele pode impactar a gestação e como a vacinação da gestante é a solução mais eficaz para proteger as futuras mamães.

    O que é o tétano?

    O tétano é uma doença infecciosa causada pela bactéria Clostridium tetani , que geralmente entra no corpo por meio de ferimentos ou cortes profundos, especialmente aqueles em que a pele entra em contato com materiais contaminados, como terra ou objetos enferrujados. Quando a bactéria entra no corpo, ela produz uma toxina que afeta o sistema nervoso, causando espasmos musculares dolorosos, dificuldade para engolir e, em casos graves, pode levar à morte.

    Embora o tétano seja mais comumente associado a ferimentos, ele é particularmente perigoso durante a gestação. A infecção pode ocorrer a qualquer momento, e os sintomas podem ser graves, especialmente em gestantes não imunizadas.

    3 Riscos do tétano durante a gestação

    Durante a gravidez, o sistema imunológico da mulher passa por várias mudanças para proteger o bebê . No entanto, uma gestante que não esteja com a vacinação de tétano em dia está mais suscetível a desenvolver complicações graves em caso de infecção.

    1. Tétano neonatal : um dos maiores riscos para gestantes que não são vacinadas ou que não recebem reforços da vacina durante a gravidez é o tétano neonatal, que pode afetar o bebê logo após o nascimento. Essa infecção ocorre quando o bebê entra em contato com objetos ou instrumentos contaminados durante o parto ou logo após o nascimento, como no corte do cordão umbilical ou em práticas de higiene inadequadas. O tétano neonatal pode ser fatal se não tratado rapidamente.
    2. Complicações para a mãe: para a mãe, o tétano pode causar dor intensa, espasmos musculares e dificuldades respiratórias, comprometendo a saúde geral e a recuperação pós-parto. A gestante pode precisar de tratamento intensivo, o que coloca em risco o bem-estar do bebê.
    3. Impacto no parto: o tétano também pode interferir no processo do parto, já que os sintomas da doença, como espasmos musculares, podem dificultar a mobilidade da mãe, gerando complicações na hora do parto e aumentando o risco de cesárea ou outros procedimentos médicos invasivos.

    Como prevenir o tétano durante a gestação?

    Claro que você chegou até aqui no artigo ciente que a vacinação na gravidez é o melhor caminho sempre. Ou seja, o tétano pode ser prevenido por meio da vacinação. O calendário de vacinação de gestantes recomenda a aplicação de doses de vacina antitetânica para garantir a proteção tanto da mãe quanto do bebê.

    Vacinação durante a gestação: as gestantes devem receber uma dose de reforço da vacina contra o tétano durante o segundo ou terceiro trimestre da gestação, se não tiverem recebido essa vacina nos últimos anos. Caso a gestante ainda não tenha recebido a vacina antitetânica durante uma gestação anterior, é essencial que ela tome as doses recomendadas para proteger o bebê.

    A vacina DTPa  é uma vacina combinada que protege contra três doenças: difteria, tétano e coqueluche. A "a" no final da sigla indica que a vacina é acelular, ou seja, a versão mais segura e moderna para a prevenção da coqueluche, uma doença respiratória altamente contagiosa. Essa vacina é essencial para a proteção da gestante e do bebê, principalmente contra o tétano, que pode ser fatal se não tratado corretamente.

    De acordo com as orientações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) , as gestantes devem seguir as seguintes recomendações:

    1. Dose única de reforço da DTPa: a vacina DTPa deve ser administrada a partir da 20ª semana de gestação e preferencialmente até a 36ª semana. Essa dose de reforço protege o bebê contra o tétano neonatal, já que a imunidade transferida da mãe para o bebê ocorre principalmente após as 20 semanas de gestação.
    2. Vacinação em gestações subsequentes: mesmo que a gestante tenha sido vacinada anteriormente, é importante receber uma dose de DTPa em cada gestação. Essa recomendação garante proteção adequada para a mãe e para o bebê, independentemente do intervalo de tempo entre as gestações.

    A vacina DTPa é a principal forma de imunização da gestante contra o tétano, difteria e coqueluche. Não deixe de seguir o calendário vacinal da gestante, pois a vacinação é uma forma segura e eficaz de proteger tanto a saúde da mãe quanto a do bebê.

    Se você está grávida e ainda não recebeu a vacina DTPa, converse com seu médico e agende a sua imunização. A prevenção é o melhor caminho para garantir uma gestação saudável e segura.

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    Revisado por Dr. Bil Randerson Bassetti

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