
7 de janeiro de 2026
A chegada de um bebê transforma a rotina e enche a família de amor e novas descobertas. Junto com esse momento tão especial, surgem cuidados essenciais para garantir a saúde do seu filho desde os primeiros dias de vida. Entre eles, o calendário vacinal infantil ocupa um papel fundamental.
Mais do que simples “picadinhas”, as vacinas são um verdadeiro escudo de proteção contra doenças graves. Elas ajudam a fortalecer o sistema imunológico do bebê e contribuem para um crescimento mais seguro e saudável, trazendo mais tranquilidade para pais e cuidadores.
Para mães e pais, especialmente os de primeira viagem, é natural ter dúvidas sobre prazos, nomes das vacinas e possíveis reações. Com informação clara e confiável, esse cuidado se torna mais leve. Afinal, vacinar é um gesto de amor que protege hoje e acompanha seu filho por toda a vida.
Logo nas primeiras horas ou dias de vida, o bebê já começa a receber vacinas fundamentais para a sua proteção. Essas primeiras doses são essenciais para prevenir doenças graves ainda na fase mais vulnerável da infância.
A vacina BCG protege contra as formas mais graves da tuberculose, como a tuberculose miliar e a meningite tuberculosa.
Ela é geralmente aplicada ainda na maternidade e costuma deixar uma pequena cicatriz no braço, que indica que a vacina foi administrada corretamente.
A vacina contra hepatite B protege o bebê contra uma infecção que atinge o fígado e pode se tornar crônica ao longo da vida.
A dose ao nascer é muito importante, pois reduz o risco de transmissão da mãe para o bebê e protege contra a infecção precoce.
A vacina hexavalente reúne, em uma única aplicação, a proteção contra seis doenças importantes: difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, como meningite e pneumonia.
Além de ampliar a proteção do bebê, ela facilita o esquema vacinal ao reduzir o número de injeções, tornando o processo mais prático e confortável para a criança e a família.
Essa vacina protege contra o rotavírus, um dos principais causadores de diarreia grave e desidratação em bebês e crianças pequenas. Essas infecções podem levar a internações e exigir cuidados intensivos, especialmente nos primeiros meses de vida.
A aplicação é feita por via oral, o que torna o momento menos desconfortável, e contribui significativamente para a redução de casos graves de gastroenterite infantil.
A vacina pneumocócica 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, responsável por doenças como pneumonia, otite, sinusite e meningite. Essas infecções podem evoluir de forma rápida e grave em bebês.
A vacinação precoce ajuda a prevenir quadros invasivos e complicações importantes, fortalecendo a proteção do sistema respiratório e imunológico da criança.
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A vacina meningocócica B protege contra a meningite e outras infecções graves causadas pelo meningococo do sorogrupo B. Essas doenças podem evoluir muito rapidamente e representar risco à vida, especialmente em bebês e crianças pequenas.
Por isso, a imunização precoce é fundamental para reduzir o risco de quadros graves e garantir uma proteção mais completa nos primeiros anos de vida.
Essa vacina protege contra quatro sorogrupos do meningococo: A, C, W e Y. Esses tipos da bactéria também podem causar meningite bacteriana e infecções sistêmicas sérias.
Ao ampliar a cobertura contra diferentes sorogrupos, a vacina ACWY reforça a defesa do organismo infantil e contribui para uma proteção mais abrangente contra doenças meningocócicas.
A vacina pentavalente protege contra cinco doenças importantes: difteria, tétano, coqueluche, infecções pelo Haemophilus influenzae tipo b e hepatite B (ou componentes equivalentes, conforme a formulação).
Ela faz parte da sequência iniciada aos 2 meses de vida e tem o papel de reforçar a resposta imunológica do bebê, garantindo que a proteção se torne mais eficaz e duradoura.
Nesta fase, é aplicada a segunda dose da vacina pneumocócica 20, fundamental para manter e fortalecer a proteção contra infecções como pneumonia, otite e meningite causadas pelo pneumococo.
Esse reforço ajuda a consolidar a imunidade justamente em um período de maior vulnerabilidade respiratória na infância.
A nova dose da vacina contra rotavírus amplia e prolonga a proteção contra diarréias graves, que podem levar à desidratação e internações em bebês.
É importante seguir rigorosamente o esquema de doses dentro da faixa etária indicada, respeitando a janela de segurança para garantir a eficácia da vacina.
Esta dose de reforço é essencial para manter altos níveis de proteção contra o meningococo do sorogrupo B. Ela ajuda a fortalecer e prolongar a resposta do sistema imunológico iniciada nas doses anteriores.
Com esse reforço, o organismo do bebê passa a responder de forma mais eficiente, reduzindo o risco de infecções graves causadas por essa bactéria.
A nova dose tem o objetivo de consolidar a proteção contra os sorogrupos A, C, W e Y do meningococo, ampliando a defesa contra diferentes formas de meningite bacteriana.
Essa etapa é especialmente importante em um período em que o sistema imunológico da criança ainda está em amadurecimento e precisa de reforços para garantir uma proteção eficaz.
Nesta etapa, a vacina hexavalente atua como reforço das proteções contra difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.
Esse reforço é fundamental para consolidar a memória imunológica, garantindo uma proteção mais estável e duradoura contra essas doenças.
A nova dose da vacina pneumocócica 20 tem o objetivo de fortalecer ainda mais a imunidade contra doenças pneumocócicas, como pneumonia, otite e meningite.
Com isso, o risco de infecções respiratórias graves é reduzido de forma significativa nessa fase da infância.
Quando o esquema inclui três doses, esta etapa corresponde às doses finais da vacina contra o rotavírus. Ela completa a proteção prevista para a faixa etária.
O objetivo é atravessar o período de maior risco de diarreias graves com uma defesa adequada, evitando complicações como desidratação e internações.
A vacina contra a gripe protege contra quatro tipos do vírus influenza, ajudando a prevenir formas mais graves da doença.
Ela é especialmente importante para bebês, que apresentam maior risco de complicações respiratórias associadas à gripe.
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Em alguns esquemas vacinais, o bebê recebe uma segunda dose no primeiro ano em que é vacinado contra a gripe. Essa etapa é importante para garantir que o organismo desenvolva uma resposta imunológica mais eficaz.
A dose adicional contribui para uma proteção mais completa durante a primeira temporada de circulação do vírus influenza, reduzindo o risco de quadros respiratórios mais graves.
A vacina contra a febre amarela protege contra o vírus responsável por uma doença que pode evoluir de forma grave e, em alguns casos, ser fatal. A imunização é uma das principais formas de prevenção, especialmente em regiões onde há circulação do vírus.
A recomendação da vacina leva em conta a situação epidemiológica e o risco de exposição em determinadas áreas. Por isso, é importante seguir a orientação do profissional de saúde para avaliar o momento adequado da vacinação.
A vacina tetraviral protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora), doenças comuns na infância e altamente contagiosas.
A imunização ajuda a prevenir desde quadros leves, como febre e mal-estar, até complicações mais graves, incluindo pneumonia e encefalite.
A vacina contra hepatite A protege o fígado contra uma infecção transmitida principalmente por água e alimentos contaminados.
Nessa fase da vida, em que a criança passa a ter mais contato social e maior exploração do ambiente, essa proteção se torna ainda mais importante.
Esta dose de reforço tem o objetivo de prolongar a proteção contra o pneumococo, bactéria responsável por diversas infecções respiratórias e invasivas.
O reforço reduz ainda mais o risco de doenças como pneumonia e meningite em uma fase em que a criança está mais ativa e exposta a novos ambientes.
O calendário vacinal infantil funciona como um verdadeiro mapa de proteção para a saúde do seu filho. Ele foi elaborado por especialistas para indicar, em cada fase da infância, quais vacinas devem ser aplicadas e no momento mais adequado para garantir a melhor resposta do organismo.
Cada vacina tem um tempo certo para ser administrada. Isso porque o sistema imunológico do bebê se desenvolve aos poucos, e o calendário considera quando a proteção é mais eficaz e quando o risco de determinadas doenças é maior. Seguir essas orientações não é apenas uma recomendação, mas uma forma segura de prevenir problemas graves.
Quando a vacinação está em dia, o risco de doenças como sarampo, meningite, coqueluche e poliomielite diminui significativamente. Além disso, manter a caderneta atualizada evita atrasos e falhas na proteção, já que muitas vacinas precisam de mais de uma dose e reforços ao longo do tempo. Por isso, cada consulta pediátrica é uma ótima oportunidade para conferir se está tudo certo com as vacinas do seu bebê.
No dia da vacinação, a forma como o adulto se comporta faz toda a diferença para o bebê. Manter uma postura tranquila, falar com voz suave e acolhedora e explicar, mesmo com palavras simples, o que vai acontecer ajuda a transmitir segurança. Levar um objeto de apego, como a chupeta, um paninho ou um ursinho, também conforta e traz uma sensação de familiaridade ao ambiente da clínica ou do posto.
Durante a aplicação, segurar o bebê no colo de forma firme e carinhosa faz com que ele se sinta protegido, mesmo diante do desconforto da picada. Logo após a vacina, oferecer colo extra, contato pele a pele, amamentar ou dar a mamadeira ajuda a acalmar, pois a sucção e a proximidade com o cuidador reduzem o choro e a tensão.
Em casa, observe o local da aplicação, siga as orientações do profissional de saúde e mantenha a rotina o mais próxima possível do habitual. Esses cuidados reforçam para o bebê que, mesmo em dias de vacina, ele continua seguro, acolhido e muito amado.
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