
12 de março de 2025
A coqueluche, também conhecida como tosse comprida, voltou a preocupar especialistas de saúde, especialmente devido ao aumento de casos nos últimos anos. Em 2024, somente pegando como exemplo o estado de Santa Catarina, o registro de casos foi o maior da última década, com 263 confirmações e três óbitos em recém-nascidos. Diante desse cenário desafiador, conscientizar sobre a vacinação de gestantes tem se mostrado cada vez mais fundamental para a proteção dos bebês nos primeiros meses de vida. Para isso o blog da futura mamãe vacinada vai ter explicar tin-tin por tin-tin como essa imunização é fundamental para a saúde do bebê no forninho!
A coqueluche é uma doença respiratória altamente contagiosa causada pela bactéria Bordetella pertussis. Os bebês menores de seis meses são os mais vulneráveis às complicações, que podem incluir insuficiência respiratória e hospitalização. No entanto, o sistema imunológico imaturo dos recém-nascidos ainda não é capaz de responder plenamente à vacinação direta, tornando essencial a proteção passiva através da imunização materna.
A vacina tríplice bacteriana (dTpa), aplicada na gestante a partir da 20ª semana de gestação, protege contra difteria, tétano e coqueluche. Ela estimula a produção de anticorpos que são transferidos ao bebê pela placenta, conferindo proteção até que ele possa completar o próprio esquema vacinal com a pentavalente.
Após o nascimento, o bebê deve seguir o esquema vacinal para garantir uma proteção eficaz contra a coqueluche:
Pentavalente (aos 2, 4 e 6 meses): protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo B.
Tríplice bacteriana (DTP): reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade.
Apesar da eficácia comprovada da vacina, a cobertura vacinal no Brasil tem ficado abaixo do ideal. Em 2024, a taxa de vacinação das gestantes com a dTpa foi de 88,37%, e a cobertura da pentavalente para bebês atingiu 90,25%. Embora sejam números relativamente altos, o consenso entre especialistas é que qualquer queda na vacinação pode facilitar a disseminação da doença.
A coqueluche se manifesta inicialmente com sintomas semelhantes aos de um resfriado:
Mal-estar geral;
Corrimento nasal;
Tosse seca leve;
Febre baixa.
Na fase mais grave, a tosse se intensifica e pode causar crises severas, levando a dificuldades respiratórias, vômito e cansaço extremo. O ciclo da doença pode durar de 6 a 10 semanas, tornando essencial a busca por atendimento médico ao primeiro sinal de alerta.
A Nina Saúde, especialista em vacinação domiciliar, reforça a importância de facilitar o acesso à informação, especialmente para os grupos de vacinação de gestantes e bebês.
Com um atendimento humanizado e seguro, oferecemos a aplicação da dTpa para gestantes no conforto do lar, garantindo a proteção tanto da mãe quanto do bebê sem a necessidade de deslocamentos.
Oferecemos vacinas para gestantes em Vitória e Colatina sem cobrar taxas de deslocamento e com valores inferiores aos dos nossos concorrentes.
E isso não é privilégio das gestantes capixabas. Oferecemos este mesmo conceito de economia e comodidade oferecendo as vacinas para gestantes em Goiânia.
Agendamos a sua vacinação domiciliar inclusive aos finais de semana. Muitas de nossas clientes aproveitam estas datas por serem mais tranquilas e é o que acontece bastante com a vacinação para gestantes em Florianópolis que nos recomendaram tanto até levarmos nosso jeitinho Nina de vacinação de gestantes em Maringá.
A Nina também está disponível para famílias do Distrito Federal com uma ampla gama de imunizantes para gestantes de Brasília com o mesmo carinho e dedicação que nos transformaram na empresa de vacinação domiciliar que mais cresce no Brasil!
Só falta você chamar a Nina e garantir uma gestação imunizada e tranquila!
Revisado por Dr. Bil Randerson Bassetti
CRM-ES 10.268 / RQE-ES 8336
CRM-GO 30.713 / CRM-SC 36.916
Assine nossa Newsletter
O que toda futura mamãe deve fazer ao completar 28 semanas de gestação?
28 de maio de 2026
Leia mais
Febre Amarela em 2026 deixou de ser um caso isolado no Brasil?
21 de maio de 2026
Leia mais
Copa do Mundo de 2026: a vacinação contra o sarampo precisa entrar em campo!
19 de maio de 2026
Leia mais
Por que as hospitalizações por gripe e VSR aumentaram em 2026?
14 de maio de 2026
Leia mais
Atendimento via Whatsapp
