
13 de janeiro de 2026
Com a chegada do verão, muitos brasileiros planejam viajar, curtir a natureza e aproveitar o clima quente. Mas também é nessa época que mosquitos transmissores de doenças, como a febre amarela, se tornam mais ativos e é por isso que a vacinação é tão importante.
Em 2025, autoridades de saúde das Américas emitiram alertas devido ao aumento significativo de casos de febre amarela. Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostram que o número de casos humanos confirmados cresceu mais de oito vezes em comparação com o mesmo período de 2024, com centenas de infecções notificadas em países como Brasil, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia
Esse aumento não é apenas numérico: a doença também foi detectada em regiões fora das áreas tradicionais de floresta, incluindo – por exemplo – algumas regiões do estado de São Paulo e, para citar outros países, do departamento de Tolima, na Colômbia o que reforçam a necessidade de atenção, especialmente para quem planeja atividades ao ar livre no verão.
A febre amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos, especialmente em áreas de mata e florestas, onde o vírus circula entre mosquitos e primatas não humanos. A infecção pode variar de leve a muito grave, com risco de febre alta, hemorragias e até morte em casos mais severos.
Diante deste cenário de alerta, vale reforçar que a vacina contra a febre amarela é altamente eficaz e é a principal forma de proteção individual e coletiva contra a doença.
No verão, o calor e a umidade favorecem a proliferação de mosquitos transmissores. Para quem viaja para áreas de risco, mesmo dentro do Brasil, a vacina garante proteção antes da exposição ao vírus.
A vacinação não apenas protege quem toma a dose, mas também reduz a circulação do vírus na população, diminuindo as chances de surtos mais amplos.
Se você vai viajar para países ou regiões onde a febre amarela é endêmica, a vacina pode ser exigida para entrada ou para evitar quarentenas ou restrições. Muitos países das Américas e África exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) como prova de imunização.
As autoridades de saúde no Brasil vêm reforçando a vacinação como estratégia central de prevenção para estados com maior circulação viral, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Maranhão e Amazonas, garantindo que a população possa se imunizar antes da temporada de risco maior.
A recomendação é de que a vacina seja tomada pelo menos 10 dias antes da exposição ou da viagem, para que o organismo possa desenvolver proteção completa.
Se você já tomou a vacina em algum momento da vida mas não tem certeza de quando, é sempre bom verificar sua carteira de vacinação ou procurar um serviço de saúde para confirmação.
Planeje sua vacinação com antecedência, sempre confira orientações oficiais nas unidades de saúde e leve o seu certificado quando viajar. Se você busca conveniência, chame a Nina Saúde para levar essa proteção até o seu lar sem taxas extras e com toda a proteção necessária!
Assine nossa Newsletter
Bebê vacinado na praia contra o rotavírus
5 de fevereiro de 2026
Leia mais
Calendário de imunização da gestante em 2026
3 de fevereiro de 2026
Leia mais
O que é preciso fazer para se proteger contra a Gripe K?
29 de janeiro de 2026
Leia mais
Atualizações no calendário de vacinação dos bebês em 2026: Guia para ficar atento desde o nascimento
27 de janeiro de 2026
Leia mais
Atendimento via Whatsapp
