
19 de fevereiro de 2026
A meningite continua sendo uma preocupação importante no Brasil em 2026, especialmente para famílias com crianças e adolescentes e o blog da Nina saúde tem como objetivo levar Informação clara e atualizada para você a sua família.
Conhecimento é a forma mais eficaz de transformar o medo em cuidado consciente. Neste guia, nossa equipe de especialistas em imunizações sintetiza o que pais e mães precisam saber para proteger quem mais amam.
A meningite é uma inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ela pode ser causada por vírus, bactérias e, mais raramente, por fungos. As formas virais costumam ser mais leves e autolimitadas. Já as bacterianas são mais graves, podem evoluir rapidamente e exigem diagnóstico e tratamento imediatos.
O grande risco da meningite bacteriana está na velocidade com que os sintomas podem piorar. Em poucas horas, o quadro pode se tornar crítico. Por isso, informação e agilidade fazem toda a diferença.
Nos últimos anos, o Brasil manteve registro contínuo de casos de meningite, o que caracteriza a doença como endêmica no país. Isso significa que ela não desapareceu e pode ocorrer ao longo de todo o ano, com variações sazonais e regionais.
O grande alerta é que a meningite pode começar de forma súbita. Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sensibilidade à luz e sonolência excessiva.
Em bebês, os sinais podem ser mais inespecíficos, como irritabilidade, choro inconsolável e dificuldade para se alimentar. Em alguns casos de meningite bacteriana, podem surgir manchas avermelhadas ou arroxeadas na pele.
A meningite pode ser transmitida por gotículas respiratórias e contato próximo. Incentivar a higiene das mãos, evitar o compartilhamento de objetos pessoais e manter ambientes ventilados são medidas simples que ajudam a reduzir a transmissão de agentes infecciosos.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra as formas mais graves de meningite. O Programa Nacional de Imunizações oferece vacinas que protegem contra diferentes agentes, como meningococo, pneumococo e Haemophilus influenzae tipo b.
Além das vacinas disponíveis na rede pública, existem imunizantes complementares oferecidos na rede privada, que ampliam a proteção contra outros sorogrupos. Conversar com o pediatra é essencial para entender se há indicação de doses adicionais ou reforços, especialmente na adolescência.
Manter a caderneta atualizada é um ato de amor. É escolher proteger antes que o risco se apresente
Se houver dúvidas sobre o calendário vacinal ou sobre quais vacinas são indicadas para cada faixa etária, contar com orientação profissional faz toda a diferença.
A Nina Saúde está ao lado das famílias para facilitar esse cuidado, levando vacinação domiciliar com segurança, acolhimento e atenção individualizada. Porque proteger a saúde dos seus filhos é um gesto diário de amor — e vocês não precisam fazer isso sozinhos.
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