Meningocócica ACWY

R$440,00

Meningocócica ACWY

R$440,00

Indicada a partir de 6 semanas e sem restrição de idade máxima

Descrição completa

O nome meningite já nos traz aquele “frio na espinha” e certamente um aperto no coração, e com toda razão! As meningites são doenças infecciosas extremamente graves que acometem as membranas que cobrem o cérebro (as meninges). Além do risco e medo maior de óbito, essas doenças têm um alto potencial de sequelas, acabando com a qualidade de vida das famílias. Os pequenos, principalmente aqueles bebês que ainda não podem ser vacinados, crianças em idade escolar e institucionalizadas, têm um maior risco de adoecer. Esse risco vai diminuindo ao longo da vida, mas isso não torna a vacinação menos importante, pois adolescentes e adultos podem “carregar” o Meningococo nas vias aéreas e transmiti-los à pessoas mais vulneráveis. Dentre os principais agentes, o meningococo B é o mais agressivo. Podendo levar a uma fatalidade em até 24h, assim como deixar sequelas graves. Na maior parte do Brasil, o Meningococo C é o de maior prevalência, mas com o mundo cada vez mais globalizado, não basta nos protegermos apenas com o que “há aqui”, mas sim, contra tudo que pode “chegar aqui”. Existem hoje duas vacinas disponíveis contra o Meningococo B, sendo a Bexsero indicada a partir de 2 meses e, a Trumenba bem mais restrita, dos 10 aos 26 anos.. Ambas são inativadas, portanto, incapazes de causar infecção.
Para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos com condições que aumentem o risco para a doença meningocócica ou de acordo com a situação epidemiológica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
Intramuscular. Para crianças, as sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de duas doses e um reforço da vacina meningocócica ACWY aos 3 e 5 meses de vida e entre os 12 e 15 meses. O esquema, no entanto, pode variar de acordo com a idade de aplicação da primeira dose.
Podem ocorrer febre, cefaleia, diarreia, náuseas e vômitos, sonolência, perda de apetite, irritabilidade, mialgia e artralgia, cansaço, calafrios e dor, edema e vermelhidão no local da aplicação. Geralmente, são quadros de intensidade leve a moderada e transitórios. Alterações nas fezes, como traços de sangue e muco, também podem ocorrer.
Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.
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